"Aníbal:
As aventuras maravilhosas da salta-pocinhas raposeta pintalegreta, senhora de muita treta – contei-tas eu, sentado tu nos meus joelhos. Contando-tas, veio-me ideia de as escrever. Além de inspirador, colaboraste com os teus silêncios, perguntas e interrupções na frágil meada. Que mais não fosse, só por este título o livrinho teria de levar o teu nome... "
E finaliza assim Aquilino Ribeiro, na introdução do seu livro "Romance da Raposa" …
"Aí fica, meu homem, no teu sapatinho de Natal esta pequena prenda. Aceita-a com os meus beijos de pai, que ao Menino Jesus vou pedir perdão do pecado, pois que a raposa é matreira, embusteira, ratoneira, e Ele apenas costumava brincar com pombas brancas e um branco e inocente cordeirinho.
Santo Amaro de Oeiras
Natal de 1924.
Recordar o Romance da Raposa, de Aquilino Ribeiro, dedicado ao seu filho Aníbal, naquele Natal de 1924, é evocar Natais da minha vida e a leitura de uma das histórias, que mais ouvi ler na minha infância.
Por isso, foi com enorme satisfação que tive conhecimento que o Estúdio Raposa, tinha participado sem quaisquer fins lucrativos, num projecto a favor da Fundação Gil, cedendo gratuitamente a gravação completa do Audiobook, O Romance da Raposa, cuja receita reverterá a favor de crianças carenciadas.
A Fundação Gil, como todos sabem, tem como fim principal contribuir para o bem estar, a valorização pessoal e a plena integração social das crianças e dos jovens que, por razões de natureza diversa, se encontrem internados, por períodos prolongados, em unidades hospitalares, prisionais ou outras.
Por isso, foi com enorme satisfação que tive conhecimento que o Estúdio Raposa, tinha participado sem quaisquer fins lucrativos, num projecto a favor da Fundação Gil, cedendo gratuitamente a gravação completa do Audiobook, O Romance da Raposa, cuja receita reverterá a favor de crianças carenciadas.
A Fundação Gil, como todos sabem, tem como fim principal contribuir para o bem estar, a valorização pessoal e a plena integração social das crianças e dos jovens que, por razões de natureza diversa, se encontrem internados, por períodos prolongados, em unidades hospitalares, prisionais ou outras.
Adquirir esta obra, oferecendo-a como uma valorização de cultura, é ainda uma forma de se solidarizar, com todos aqueles que se encontram empenhados num projecto credível e humano.






