Em mês de aniversário deste blogue cuja inauguração aconteceu, precisamente neste dia... quero agradecer a todos os que por aqui passam deixando um pouco de si, com os seus comentários e afectos.
Alguém me chamava a atenção um dia deste, que o contador acusava a entrada de 120 000 visitantes, sem que tivesse sido referido o facto e porque não usava este blogue, o famoso "site meter" para saber quem eram os visitantes...
A verdade é que, é muito mais importante para mim, a partilha que comungo, os afectos que dedico e me dedicam, que os números do contador e até do tal "site meter", que nunca tive nem terei, neste ou noutros blogues, por uma questão muito simples: a minha ligação aos blogues, está mais na partilha que faço, do que na preocupação de saber, quem entra ou sai.
Mas hoje e para satisfazer o meu prezado amigo que se assina J.N (não quer que divulgue o seu nome e respeito isso) que quer saber, quantas postagens tenho ao longo deste blogue, direi que em 24 meses, 240 postagens é mais que suficiente para me deixar muito feliz pela partilha que aqui consegui, não obstante os interregnos que tenho feito pelo meio.
Já por diversas vezes tenho partilhado, aquilo que por vezes me vão deixando despretensiosamente nos comentários, mas que engloba num todo, todo o carinho que sinto, vindo daqueles que por cá passam.
Partilho hoje um poema que foi “construído”, tendo por base palavras minhas e que foi deixado, anonimamente, num comentário.
Ao seu autor, os meus agradecimentos.
O meu abraço e o meu grande afecto e a todos dedico, estes dois anos de vida do Menina Marota…
Alguém me chamava a atenção um dia deste, que o contador acusava a entrada de 120 000 visitantes, sem que tivesse sido referido o facto e porque não usava este blogue, o famoso "site meter" para saber quem eram os visitantes...
A verdade é que, é muito mais importante para mim, a partilha que comungo, os afectos que dedico e me dedicam, que os números do contador e até do tal "site meter", que nunca tive nem terei, neste ou noutros blogues, por uma questão muito simples: a minha ligação aos blogues, está mais na partilha que faço, do que na preocupação de saber, quem entra ou sai.
Mas hoje e para satisfazer o meu prezado amigo que se assina J.N (não quer que divulgue o seu nome e respeito isso) que quer saber, quantas postagens tenho ao longo deste blogue, direi que em 24 meses, 240 postagens é mais que suficiente para me deixar muito feliz pela partilha que aqui consegui, não obstante os interregnos que tenho feito pelo meio.
Já por diversas vezes tenho partilhado, aquilo que por vezes me vão deixando despretensiosamente nos comentários, mas que engloba num todo, todo o carinho que sinto, vindo daqueles que por cá passam.
Partilho hoje um poema que foi “construído”, tendo por base palavras minhas e que foi deixado, anonimamente, num comentário.
Ao seu autor, os meus agradecimentos.
O meu abraço e o meu grande afecto e a todos dedico, estes dois anos de vida do Menina Marota…
Pintura de Washington Maguetas
Oh, meu Amor, nas noites de insónia..É vão o teu desejo, quente, do meu beijo...e, igualmente vão o desejo,de eu ficar indiferente, ao chamamento,
ardente do coração!Calada, magoada...os sentimentos em turbilhão...
O nosso amor, jamais esquecido,o meu amor...o teu amor, nesta teia que nos une...Nos funde e confunde ...
Foi doçura, é plenitude.Amadureceu...Foi loucura. É loucura!O (re)encontro de um "EU"
Frenético, tantas vezes patético,alucinante!... delirante...Soube há aragem, algo selvagem,de pinheiros, agrestes, da selva...
À brisa do mar, à seiva das plantas...À velocidade da distância, ao lugar...que percorreste sem pensar...Sem saber... que existia, sequer!
Esquecer-te? Não ouso!Esqueceres-me? Jamais!...Jamais será possível!Quem ama não esquece!...
Reconhece...
O homem do espelho... à noite, ao luar!
Quer queiras ou não, a verdade aparece...Viverás na saudade de - de nós...
Um Amor feito de palavras,de nós, e amarras,de sons... de doces afagos, nos gestos vagos...parados, na ética imposta ...
E...
Do meu olhar, de negrume,no teu olhar...maresia.. perfume.De corpos suados, de tão desejados...de beijos molhados...calados... não dados.
Do teu corpo, em pensamentos,dentro do meu... colado!Fundido... Um só.
Sexto sentido..
(Re)encontrado de si...De vidas passadas... de outros momentos.
Esquecer-te não será fácil. Não ouso tentar!Esqueceres-me também não! Não queres ...
E, sempre que a luz do poente,vermelha se acender, lá longe no final do dia,vais pensar que sou eu, (e sou)...Porque o teu coração, conhece...quer queiras ou não, aquele que ama ...
Lembrará sempre, o encantamento,desta paixão, e de cada momento,de um Amor que foi teu!...Que jamais se perdeu...
Porque habita para além do Céu....
Na Montanha mais alta da convicção.
(Sinfonia a Quatro Mãos)
Autores: MM e anónimo
Adaptação do poema… e por falar de Amor…(As cores correspondem a cada autoria…)






