… é uma frase que, quem a ouviu dizer pela boca do seu próprio filho, sabe o sentimento que ela causa…
Numa altura que através dos órgãos de comunicação social, se sabe que um ex-elemento das forças de segurança é preso, por suspeita de assassinato, de pelo menos três jovens, ela poderá ter um significado muito menor…
Todos os dias temos conhecimento, de mortes, assaltos, maus-tratos, violações…
Todos os dias temos conhecimento dos mais variados tipos de criminalidade…mas, sinceramente, nunca estamos preparados para ouvirmos dizer:
- Mãe, fui assaltado…
Olharmos o rosto pálido do nosso filho, enquanto nos diz… apontaram-me uma pistola à cabeça e roubaram-nos tudo…
E recordo aquele dia, em que ele num espaço de trinta minutos foi assaltado duas vezes, chegando de lábio rebentado, meio nu e quase a chorar…
- Mãe, fui assaltado…
O primeiro assalto ainda não foi solucionado, não obstante se ter fornecido a matrícula do veículo que transportava os assaltantes.
E, novamente um grupo de oito adolescentes é assaltado, mas desta vez, com recurso a uma arma de fogo, roubando-lhes tudo de valor que possuíam.
No decorrer da queixa apresentada, constatámos que outros dois adolescentes tinham sido pelo mesmo trio, meia hora antes, assaltados. Para além de os roubarem, agrediram um deles violentamente com a coronha do revólver, por se ter manifestado contra a atitude dos assaltantes.
Estes assaltos foram perpetrados numa noite que poderia ser de festa, mas não foi: a noite de S. João, ficou manchada para alguns, que saíam a primeira vez sozinhos, sem os respectivos Pais…
Não sou racista, nem xenófoba, acredito sinceramente, que todos têm direito à vida, ao emprego, à integração social, seja qual for a sua nacionalidade, só não consigo desculpar nem compreender, que se mate, que se roube, que se viole, que se pratique todo o tipo de criminalidade, e que se tente arranjar desculpas, para se justificar esses crimes.
Morrerem três jovens, barbaramente assassinadas e vejo num canal televisivo, um debate a tentar justificar a atitude de um “louco” assassino…
Basta!
Que se respeite a memória de quem sofreu tais atrocidade! Que se respeite a dor dos seus familiares!
Numa altura que através dos órgãos de comunicação social, se sabe que um ex-elemento das forças de segurança é preso, por suspeita de assassinato, de pelo menos três jovens, ela poderá ter um significado muito menor…
Todos os dias temos conhecimento, de mortes, assaltos, maus-tratos, violações…
Todos os dias temos conhecimento dos mais variados tipos de criminalidade…mas, sinceramente, nunca estamos preparados para ouvirmos dizer:
- Mãe, fui assaltado…
Olharmos o rosto pálido do nosso filho, enquanto nos diz… apontaram-me uma pistola à cabeça e roubaram-nos tudo…
E recordo aquele dia, em que ele num espaço de trinta minutos foi assaltado duas vezes, chegando de lábio rebentado, meio nu e quase a chorar…
- Mãe, fui assaltado…
O primeiro assalto ainda não foi solucionado, não obstante se ter fornecido a matrícula do veículo que transportava os assaltantes.
E, novamente um grupo de oito adolescentes é assaltado, mas desta vez, com recurso a uma arma de fogo, roubando-lhes tudo de valor que possuíam.
No decorrer da queixa apresentada, constatámos que outros dois adolescentes tinham sido pelo mesmo trio, meia hora antes, assaltados. Para além de os roubarem, agrediram um deles violentamente com a coronha do revólver, por se ter manifestado contra a atitude dos assaltantes.
Estes assaltos foram perpetrados numa noite que poderia ser de festa, mas não foi: a noite de S. João, ficou manchada para alguns, que saíam a primeira vez sozinhos, sem os respectivos Pais…
Não sou racista, nem xenófoba, acredito sinceramente, que todos têm direito à vida, ao emprego, à integração social, seja qual for a sua nacionalidade, só não consigo desculpar nem compreender, que se mate, que se roube, que se viole, que se pratique todo o tipo de criminalidade, e que se tente arranjar desculpas, para se justificar esses crimes.
Morrerem três jovens, barbaramente assassinadas e vejo num canal televisivo, um debate a tentar justificar a atitude de um “louco” assassino…
Basta!
Que se respeite a memória de quem sofreu tais atrocidade! Que se respeite a dor dos seus familiares!
Que se faça JUSTIÇA!




