Óleo de Svetlana Valueva
Deixa que regresse, a passos mansos...
Atravesse este roseiral, esquecido dos tempos!
Onde apenas os espinhos, trincados na nossa pele,
Sobrevivem, persistem! Magoam...
E encontra-te depois, e agradece!
Como rosa lenta e suave, o puro milagre do reencontro!
Que perdure na minha pele, o teu cheiro, o teu mel!
O tempo, de uma vida não chega... Quero mais....
Deixa que regresse, e nesta, a que vivemos,
te acaricie, te beije, uma e outra vez, horas sem conta...
Que lhe impeça a velhice... de nós tomar conta!
Deixa sobre ti, pelo menos num só momento,
Abrirem as mãos, soltarem-se amarras...
Nas mãos de ti!
E vive!
Um rasgo de horizonte sem céu – sem tempo..
Puro sentimento...Alquimia, Magia, Ternura.
Que não haja regra, nem limite.
Nas mãos esta perdição de saber que vaguemos,
sem controle na ilusão,
De não saber prender-te, sem por um só momento te ter! Para sempre.
Entre os dedos, entre os meus seios, amarrado... o teu corpo, rosa...
Como cordas...
Mas Deixa que regresse, que me faça alvorada em ti,
Por instantes apenas. Por um segundo que seja.... Mas deixa!
A essa tranquilidade... que pressinto, no fundo dos teus olhos.
O sitio onde encontramos as palavras – são o nosso Mundo!
E a força de as dizer – num código mudo.
Audíveis palavras – só aos ouvidos dos amantes!
Que não fraquejam -, que não hesitam...
Perante o medo, o medo maior que tudo,
De se espelhar nesses olhos teus – tal maré em dia de lua cheia.
A realidade inolvidável, dos contornos visíveis do teu sangue...
Deste espinho sobrevivente – cravado a quente, na pele das nossas vidas.
No roseiral, onde não há rosas. – Apenas Sonhos.
Deixa que regresse, e de nós, do nosso amor, se faça prece!
(Sinfonia a quatro mão) – Um contributo. Rezo agora esta prece...
(Autor:Anónimo)
Atravesse este roseiral, esquecido dos tempos!
Onde apenas os espinhos, trincados na nossa pele,
Sobrevivem, persistem! Magoam...
E encontra-te depois, e agradece!
Como rosa lenta e suave, o puro milagre do reencontro!
Que perdure na minha pele, o teu cheiro, o teu mel!
O tempo, de uma vida não chega... Quero mais....
Deixa que regresse, e nesta, a que vivemos,
te acaricie, te beije, uma e outra vez, horas sem conta...
Que lhe impeça a velhice... de nós tomar conta!
Deixa sobre ti, pelo menos num só momento,
Abrirem as mãos, soltarem-se amarras...
Nas mãos de ti!
E vive!
Um rasgo de horizonte sem céu – sem tempo..
Puro sentimento...Alquimia, Magia, Ternura.
Que não haja regra, nem limite.
Nas mãos esta perdição de saber que vaguemos,
sem controle na ilusão,
De não saber prender-te, sem por um só momento te ter! Para sempre.
Entre os dedos, entre os meus seios, amarrado... o teu corpo, rosa...
Como cordas...
Mas Deixa que regresse, que me faça alvorada em ti,
Por instantes apenas. Por um segundo que seja.... Mas deixa!
A essa tranquilidade... que pressinto, no fundo dos teus olhos.
O sitio onde encontramos as palavras – são o nosso Mundo!
E a força de as dizer – num código mudo.
Audíveis palavras – só aos ouvidos dos amantes!
Que não fraquejam -, que não hesitam...
Perante o medo, o medo maior que tudo,
De se espelhar nesses olhos teus – tal maré em dia de lua cheia.
A realidade inolvidável, dos contornos visíveis do teu sangue...
Deste espinho sobrevivente – cravado a quente, na pele das nossas vidas.
No roseiral, onde não há rosas. – Apenas Sonhos.
Deixa que regresse, e de nós, do nosso amor, se faça prece!
(Sinfonia a quatro mão) – Um contributo. Rezo agora esta prece...
(Autor:Anónimo)
(... e, a quem fico grata, por este momento...)





