Como estão recordados resolvi partilhar autores que fui lendo através da blogosfera e que editaram as suas obras.
Alguns deles editaram em prosa, pelo que irei referir, aleatóriamente, aqueles que me deram a honra de partilharem comigo as suas publicações.
Alguns deles editaram em prosa, pelo que irei referir, aleatóriamente, aqueles que me deram a honra de partilharem comigo as suas publicações.
A memória em espirais.Baús de teias e segredos. Desafios. Homens, mulheres, pessoas em mistificas idiossincrasias, papéis bolorentos, com cheiro a pergaminhos e nudezas atiradas para os sótãos onde tudo se guarda. Apenas a vida se esvai neles.
O mais profundo silêncio ouve-se.
[Os silêncios são a forma mais barulhenta de alguém se fazer ouvir]
Cores e sons do âmbito do alucinogéneo fazem-se também sentir. E ver.
[A ausência é a forma mais presente de alguém se manifestar]
Por isso estás tão perto. Pelo silêncio e pela ausência.
Como se de um redemoinho se tratasse, o pensamento espiral, ou em espiral atira-me para terras quentes, agora frias em busca de ti.
Sentes-me porque sinto que me sentes.
Eu adivinho-te nesta ausência. Sei-te aqui.
[Este saber não é apenas intuição. Palpa-se.]
Sabores de seios, aromas de peles, desígnios feitos olhos. Verdes/azuis. Ou cobaltos.
Ametistas de todas as cores povoam-me pensamentos e sentires.
[Sabes que as ametistas têm as cores que lhes quisermos dar?]
Sabes.
A Lua banha-me e banha-te. Estamos afinal à distância de uma Lua. Apenas.
[As Luas, todas as luas não têm distâncias. Estão dentro de nós]
Lábios desenhados (bem) carmesins/desejo buscam-me. E buscam-te.
[Sinto o calor do teu corpo]
Pudera. Está encostado ao teu!
[Sinto o teu desejo]
Vais senti-lo.
O mais profundo silêncio ouve-se.
[Os silêncios são a forma mais barulhenta de alguém se fazer ouvir]
Cores e sons do âmbito do alucinogéneo fazem-se também sentir. E ver.
[A ausência é a forma mais presente de alguém se manifestar]
Por isso estás tão perto. Pelo silêncio e pela ausência.
Como se de um redemoinho se tratasse, o pensamento espiral, ou em espiral atira-me para terras quentes, agora frias em busca de ti.
Sentes-me porque sinto que me sentes.
Eu adivinho-te nesta ausência. Sei-te aqui.
[Este saber não é apenas intuição. Palpa-se.]
Sabores de seios, aromas de peles, desígnios feitos olhos. Verdes/azuis. Ou cobaltos.
Ametistas de todas as cores povoam-me pensamentos e sentires.
[Sabes que as ametistas têm as cores que lhes quisermos dar?]
Sabes.
A Lua banha-me e banha-te. Estamos afinal à distância de uma Lua. Apenas.
[As Luas, todas as luas não têm distâncias. Estão dentro de nós]
Lábios desenhados (bem) carmesins/desejo buscam-me. E buscam-te.
[Sinto o calor do teu corpo]
Pudera. Está encostado ao teu!
[Sinto o teu desejo]
Vais senti-lo.









