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| Imagem de Persida Silva |
Por um por todos por nenhum
faço o meu canto canto a minha mágoa
num desencanto aberto pelo gume
deste pranto tão limpo como a água.
Por nenhum por todos ou por um
eu dou o meu poema o meu tecido
de palavras gravadas com o lume
do medo que na voz trago vencido.
Por nenhum por um mesmo por todos
sou a bala e o vinho sou o mesmo
que pisa as uvas os versos e o lodo
num chão onde a coragem nasce a esmo.
num desencanto aberto pelo gume
deste pranto tão limpo como a água.
Por nenhum por todos ou por um
eu dou o meu poema o meu tecido
de palavras gravadas com o lume
do medo que na voz trago vencido.
Por nenhum por um mesmo por todos
sou a bala e o vinho sou o mesmo
que pisa as uvas os versos e o lodo
num chão onde a coragem nasce a esmo.
Poema de Joaquim Pessoa
Ainda não me sinto com forças, na fragilidade do meu ser, para aqui estar.
Estou grata pelos vossos afectos e, pelas vossas palavras. Elas são, realmente, o incentivo que me trazem aqui novamente...
Estou grata pelos vossos afectos e, pelas vossas palavras. Elas são, realmente, o incentivo que me trazem aqui novamente...








